quarta-feira, 12 de março de 2008

Um dia chuvoso.

Caminhava com sua mais nova colega de futuros 6 anos.As poças d'água obrigava as duas a se esquivarem, fazendo o possível para nao sujar,ambas,seu calçados brancos.Em direçao ao Departamento, o que se ouvia eram apenas casos triviais, contados para não deixar uma se perder da outra. Em comum apenas o destino e os guarda-chuvas.
Passando por um prédio a colega solta um suspiro de exaltaçao e algumas palavras não tão inéditas. Ela, que antes estava preocupada onde pisar para nao sujar o seu par de pequenos fragmentos dos anos 80, volta os olhos para averiguar a surpresa da outra. Era um girassol.Um girassol murcho, quase que sem nenhuma pétala, ainda assim ,vivo. Nesse instante Ela se lembrou de uma amiga que queria muito um girassol.A amiga tivera um sonho, na qual encontrara um alguem que lhe fez feliz e que de alguma forma tinha relaçao com um girassol...
Enfim, aquela flor lhe fez recordar da amiga. Naquele dia um girassol morria por falta do sol; naquele dia a saudade dEla aumentava por falta da amiga.O que mantinha-os vivos? A certeza do reencontro. [/i]

Um comentário:

Anônimo disse...

e o reencontro...
será que ele vem algum dia?
ou será esse mais um momento de epifania?

{anônimo}